Bastante comum no setor de Construção Civil, o trabalho em altura é aquele executado a mais de 2 m de elevação, como em serviços de modernização e tratamento protetor de fachadas oferecido pela Retrofit Engenharia. Essa modalidade de trabalho é regulamentada pela Norma Regulamentadora 35 (NR 35), que determina os requisitos mínimos e as medidas de proteção, compreendendo a organização, o planejamento e sua execução, buscando garantir a saúde e a segurança dos trabalhadores que estejam envolvidos de forma direta ou indireta com esta atividade.

Prevenção de acidentes

Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a queda dos trabalhadores de diferentes níveis é uma das principais causas de acidentes de trabalho graves ou fatais. Muitos deles poderiam ser evitados se as medidas preventivas estipuladas pela NR 35 fossem seguidas integralmente.

O texto estabelece como responsabilidade do empregador medidas como assegurar a avaliação prévia das condições do local de trabalho em altura, garantir informações sobre riscos e medidas de controle aos trabalhadores e organizar e arquivar a documentação prevista na norma. Enquanto isso, segundo o documento, cabe aos trabalhadores cumprir com as disposições legais da normativa, interromper suas atividades quando detectado risco grave e iminente e zelar pela segurança e saúde de outras pessoas que possam ser afetadas pelas suas ações.

A Retrofit Engenharia conta com equipe qualificada e treinada pela NR-35 para atuação nas obras que envolvam trabalho em altura. Todas as nossas obras são necessariamente precedidas pela análise preliminar de riscos, a adoção de procedimentos de proteção e prevenção de acidentes e qualificação do trabalhador. Conheça algumas delas.

Fontes: www.trabalho.gov.br e http://www.abpa.org.br

2 comentários
  • Ronilson Mendes dos Santos

    É importante diante desse tema, ressaltar que o controle da segurança de funcionários que trabalham em altura possui diversas particularidades que a Norma não vislumbra mas que estão implícitas:

    – O instrutor também responde solidariamente por acidentes causados envolvendo profissionais por ele instruído;
    – A Validade dos equipamentos utilizados em Trabalho em Altura segundo as Normas Internacionais é de 5 anos;
    – O controle da saúde dos funcionários que acessam altura não se limitam àqueles discriminados no ASO. Outras Verificações de saúde podem ser realizadas como o controle da pressão arterial, glicose, etc;
    – O tema do treinamento deve ser adaptado ao ambiente onde será realizado o serviço, não se atendo somente ao conteúdo programático;
    – Os documentos exigidos como APR, PT, Plano de Segurança entre outros, devem estar próximos ao posto de trabalho.

    Vale Também ressaltar que com a atual revisão da NR-35, o legislador eu grande enfase aos pontos de ancoragens que devem obrigatoriamente ser de aço inóx e a capacidade de ruptura de no minimo 1500 kg por ponto que devem ser verificados e evidenciados em laudos técnicos atestados por profissional legalmente habilitado.

    O trabalho em altura exige cuidados extremos por parte de quem coloca sua vida em risco diariamente como, por exemplo, profissionais que usam técnicas de rapel para limpar janelas ou os que sobem em postes para fazer a manutenção da rede elétrica. Segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), 40% dos acidentes de trabalho no Brasil estão relacionados a quedas de trabalhadores em altura.

    • Jannaina

      Obrigado, Ronilson.
      Muito pertinente.
      Abs

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